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Jeffrey: cerveja e arte


Quem foi ao Mondial de La Bière pôde conhecer uma nova marca carioca com uma proposta muito interessante: a mistura de arte e cerveja. "Eu vim da área de comunicação, sou da área de cinema. E depois que conhecemos as cervejas especiais nos encantamos muito, nós tratamos isso aqui como uma peça cultural", explica Gilson, um dos criadores da marca, em entrevista para a Maria Cevada.

Estamos falando da Jeffrey que esteve lá com sua witbier Niña, uma cerveja leve e aromatizada com toque de coentro. "Tudo na Niña é delicado, do sabor à garrafa que é pequena em formato especial. O rótulo também é pensado para esse conceito, mesmo que dê muito mais trabalho que os outros para ficar do nosso jeito", conta.


Toda essa dedicação para adequar a cerveja ao conceito é o coração da Jeffrey. A marca pretende entrar no mercado valorizando a experiência de tomar cerveja. Em breve, o Leblon vai ganhar uma loja onde será possível tomar as 'Jeffreys' e ao mesmo tempo conhecer o trabalho de artistas plásticos em um ambiente que mistura cervejaria e galeria de arte. "Não é só beber cerveja, estamos buscando valorizar a experiência de tomar uma boa cerveja. Somos os primeiros a ter essa preocupação", conta Gilson.

Como amostra da proposta, o estande trazia as caixinhas 6-pack da Jeffrey empilhadas formando uma tela branca. 
Trabalhando suas cores para dar forma à sua obra, o artista Combone, do estúdio Espaço Rabisco, transformava as caixinhas em um grande quadro-quebra-cabeça. "Quem comprar uma das caixinhas vai levar um pedaço da obra pra casa", se orgulha. E esse foi apenas um dos painéis do estande que revezou as telas, artistas e estilos durante os quatro dias de Mondial.


"A ideia é que a Jeffrey funcione como uma agência de criatividade. Os cervejeiros vêm pra gente, apresentam as fórmulas, nós compramos as melhores e pensamos em que momento vamos lançar. Como o lançamento de um filme. Pros homebrewers vai ser uma experiência muito bacana: a Jeffrey vai ter o seu Lab no Leblon, e a ideia é pegar a criatividade e a inteligência do homebrewer e adaptar para o processo fabril. O desafio é não perder o sabor com o aumento na escala", explica. "Nem que para isso seja preciso ralar quilos e quilos de limão siciliano na mão, como fazemos na produção da Niña".

Um comentário:

  1. eu fui na Mondial de La Bière e sem duvida alguma foi umas das melhores cervejas que experimentei la. parabéns ao pessoal da Jeffrey e ao site que fez essa matéria .

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